Hospedagem em Cusco - Peru: Imperial Cusco Hotel

Depois de passar um dia em Lima, fomos para Cusco e lá, ficamos no Imperial Cusco Hotel, que já digo de antemão, uma ótima escolha de hospedagem.

Localizado bem próximo ao centro de Cusco, o hotel é super aconchegante. Para chegar à praça principal (Plaza das Armas), uma caminhada tranquila de uns 10 ou 15 minutos. É legal, pois você acaba conhecendo o bairro, lojinhas, bares e pessoas.

Foto: Reprodução
Logo na chegada, dá para notar a preocupação com o hóspede. É oferecido um copo quentinho de chá de coca para evitar o soroche. Na recepção também tem mapinhas dos principais pontos turísticos de Cusco. No lobby (com TV, sofás confortáveis e uma música ambiente que faz você se sentir local), tem uma mesa com o chá (sempre quentinho) e folhas de coca, para se servir quando quiser. Eles também disponibilizam oxigênio, caso o cliente passe mal com a altitude elevada.

Chá de coca e mapinha da cidade
Ao fundo do hotel, logo após a área de café da manhã, tem um jardim bem fofo com muitas e muitas rosas. Um lugar muito agradável que rendeu algumas fotos (veja mais abaixo). E falando em café da manhã, achei na medida, nada muito de especial, mas gostosinho. Tinha diversos tipos de chás, folhas de coca, pães, café, leite, sucos, algumas frutas, ovos mexidos, frios.



Espaço dedicado às gorjetas 

Folhas de coca / Ao fundo, um som antigo que tocava aquelas músicas com flauta -SAUDADES!
O quarto era pequeno, mas super aconchegante. Tem frigobar (vazio), armário, TV, cofre, aquecedor (que deu conta muito bem - pegamos 0ºC pela manhã), uma mesinha de apoio com cadeiras e criados-mudos. A cama é muito confortável, com edredom, lençóis e fronhas muito cheirosos e limpinhos. O banheiro é amplo, sem box, mas com banheira e uma cortininha (que fazia uma boa molhadeira), também tem secador de cabelo.

Esculturas breguinhas de toalha sempre nos faziam rir =P
A cestinha na pia contém sabonetinhos e shampoo
O atendimento do Imperial Cusco Hotel é excelente. Precisamos usar o telefone para ligar para o banco e a atendente deixou tranquilamente e nos auxiliou. Ah! E o wi-fi funciona perfeitamente tanto no lobby, quanto no quarto. Nota 10. É possível também deixar as bagagens pesadas na recepção para fazer os passeios ao Valle Sagrado.

Jardim fofinho


Sem dúvidas, foi o melhor hotel de nossa viagem ao Peru (ficamos em um em Lima e em outro no Valle Sagrado - Urubamba). Valeu a pena! :)

Bjs.

Imperial Cusco Hotel
Av. Centenário, 742
Cusco, Peru
+51 84-244140
www.imperialcuscohotel.com.pe

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Bruschetta de alcachofra


Alcachofra é um sabor da minha infância, apesar de ter comido poucas vezes essa flor deliciosa, lembro muito bem do gosto como se fosse hoje. Depois de adulta, descobri a alcachofra mais 'fresca', em conserva: os corações de alcachofra. O supra sumo, a parte boa demais! Vem em um pote de vidro que custa cerca de R$ 19.

Eu sou um zero à esquerda na cozinha, mas queria fazer algo com os corações de alcachofra. Então, achei uma receita de BRUSCHETTA DE ALCACHOFRA, no Destinos e Receitas.

A receita original você encontra aqui. Eu tirei algumas coisinhas que não curto, adicionei outras e ficou uma delicinha. 

Bruschetta de alcachofra pronta
INGREDIENTES

- Pão italiano (já fiz com pão de fôrma também)
- 1 pote de vidro de alcachofra em conserva (vem muito pouco, use tudo)
- Azeite extra virgem
- 1 saquinho de queijo parmesão 50g
- 5 colheres de sopa de maionese de ervas (uso essa porque não curto maionese, já usei de atum também)
- orégano
- alho frito

PREPARO

- Pré-aqueça o forno em temperatura alta (200 ºC). 
- Organize as fatias do pão lado a lado na assadeira.
- Pegue um bowl, despeje os corações de alcachofra do vidro, lave um pouquinho e pique grosseiramente.
- No mesmo bowl, junte os outros ingredientes, a maionese, o azeite e o queijo (use muçarela picada também, se quiser).
- Misture tudo bem lindo e sinta o cheiro do paraíso.
- Despeje a misturinha em cima das fatias na assadeira e aí vai no olhômetro mesmo. Eu tenho feito uma assadeira média com esta mistura. Com o pão de fôrma, cortando a fatia ao meio, geralmente, dá duas assadeiras médias.
- Finalize com orégano para dar um verdinho bonitinho e alho frito para ficar mais saboroso.
- Leve ao forno e fique de olho para não queimar (uns 5 a 7 minutos)! A cobertura tem que ficar meio douradinha, mas de vez em quando olhe a bundinha do pão e veja se tá ficando escura.
- Depois, gente, depois é só comer!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11

Bruschettas montadas antes de irem ao forno
Façam e me contem como ficou! Se vocês tiverem alguma receita com corações de alcachofra para me indicar, deixem nos comentários.

Bjs.

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8 motivos para conhecer o Malecón de Miraflores

Antes de ir para Cusco, Paulo e eu passamos um dia em Lima. Um dia é muito pouco para conhecer a cidade. Lima tem museus belíssimos, centro histórico, sítios arqueológicos e parques diversos. Conseguimos conhecer alguns lugares através do tour noturno com o Mirabús (venho contar outro dia sobre esse city tour) e o Malecón de Miraflores. (Prepare-se para um post com fotos lindas!)

Chamado de Malecón de la Reserva, o passeio é obrigatório para quem vai a Lima. O lugar é como um calçadão, só que no alto, em um penhasco que beira o Oceano Pacífico. A palavra malecón significa 'espesso muro construído no mar, praia ou porto para protegê-los do poder da água'. (via Viajento) Está situado no bairro Miraflores, um dos mais nobres de Lima. Citei abaixo alguns motivos pelos quais você deve conhecer o Malecón de Lima.


1. A vista é linda

O lugar é maravilhoso para um passeio pela manhã, tarde ou noite. Conhecemos o Malecón à tarde e andamos um bom pedaço dele. O que mais me impressionou foi a vista. Lá do alto, dá para ver a imensidão do Pacífico, muitos surfistas esperando a onda perfeita e também o famoso restaurante La Rosa Náutica, que infelizmente não visitamos. Para acessar a praia, é preciso descer uma escadaria.

No pier, o restaurante La Rosa Náutica

Praia não muito convidativa para banhistas, com muitas pedras e pouca faixa de areia

Miraflores en tu corazón! 


Surfistas esperando a onda perfeita

2. Tem pista de voo livre


Para os aventureiros de plantão, o calçadão conta também com uma pista de voo livre. Mas uma pena não ter visto nenhum parapente no céu, acho que os ventos não estavam favoráveis.


3. Tem um lindo farol

O farol é lindo mesmo! Um dos pontos altos do Malecón de la Reserva. O Faro de La Marina foi construído em 1900 em ferro fundido e tem 22 metros de altura. É tão lindo de longe quanto de perto.




4. Tem um shopping a céu aberto

Além de andar todo o calçadão de Lima, o shopping Larcomar também é passeio obrigatório. Ele está construído sob a falésia, dispõe de muitas lojas, restaurantes, boliche, cinema e teatro. Lá, a gente experimentou sanduíches da La Lucha Sangucheria Criolla e para acompanhar, uma bebida de Chicha Morada.

O lugar é uma graça!


Fast food escolhido para um lanchinho no Larcomar

Pedimos lanches simples, cheeseburger, fritas e chicha morada

Chicha Morada geladinha
5. O pôr do sol é inacreditável

Tivemos a oportunidade incrível de acompanhar o pôr do sol das mesinhas do Shopping Larcomar. O mar que já estava bem calminho, foi ficando ainda mais, e a cor da água ganhou um dourado maravilhoso. Assim como nós, muitas pessoas, fotógrafos, contemplavam aquele espetáculo da natureza também. Acho que um dos pores do sol mais lindos que já vi.


6. Tem o Parque del Amor

Um lugar com esculturas, mosaicos e exposições, e claro, a linda vista para o Pacífico. É muito famoso entre os casais, especialmente no pôr do sol. O parque foi inaugurado no Dia dos Namorados, em 1993. Não consegui tirar uma foto de frente da escultura principal, mas é 'El Beso' (O Beijo) feita pelo artista peruano Victor Delfín.



Por todos os cantos do Malecón a vista é perfeita! Veja a escadaria que dá acesso à praia.

7. Tem pista de caminhada/corrida, ciclovia e parquinho para crianças

O calçadão é dividido em pistas, o que achei ótimo para quem gosta de praticar uma caminhada ou corrida. Assim, não atrapalha quem só está de passeio, mais tranquilo. A ciclovia beira a avenida, mas também pode andar pelo calçadão. Ao longo do Malecón, é possível ver alguns parquinhos para crianças e também aparelhos para ginástica.



8. O jardim é lindo

Por todo o calçadão é possível ver lindas flores, um jardim muito bem cuidado, que dá gosto de sentar na grama, fazer um piquenique, trazer as crianças para brincar...





Terminamos o passeio quase de noitinha e já seguimos para o Parque Kennedy, de onde sai o Mirabús. Aproveitar o máximo possível do lugar! Já que, como disse acima, tivemos apenas 1 dia em Lima. Quanto à segurança do bairro, percebemos ser um local bem tranquilo, mesmo à noite. Vale super a pena conhecer, hein! :)

Bjs.

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Inca Kola: eu experimentei!

Eu fui ao Peru e não bebi Pisco Sour! Uma amiga falou: 'Mas como assim?'. E eu respondi: 'Escolhi Inca Kola para ser meu refrigerante favorito da viagem'.
Foto: Joshua Debner/Flickr
Se você, assim como eu, não curte bebida alcoólica, se joga na famosa Inca Kola, o refrigerante peruano, fabricado pela Coca-Cola que é sucesso absoluto e o mais vendido no país. Uma curiosidade: vimos muitos cusquenhos carregando, a tiracolo, uma garrafinha do refrigerante, ao invés de, água, por exemplo.

O que mais me chama atenção na Inca Kola é a cor. É um amarelo forte que lembra fácil um detergente neutro. A cor é um pouco assustadora, mas se pensarmos bem, bebemos um refrigerante famoso que é preto! Os guaranás, no geral, tem cor de xixi, então... hahahaha

A primeira vez que eu e Paulo experimentamos a Inca Kola foi em Cusco, no restaurante Pachamama, para acompanhar um delicioso Lomo Saltado. E o gosto desse refri amarelão? É como um guaraná bem docinho, algo comparado a tutti-frutti. Já vi gente dizendo que achou horrível, mas eu gostei bastante, e tomei várias vezes por lá.

¿Inca Kola o la tradicional Coca-Cola?


Depois que voltei do Peru não bebi mais o refrigerante. Mas sei que vende em mercadinhos de produtos peruanos, bolivianos, e claro, nos mercados da Liberdade (bairro paulistano), que inclusive, estou doida para visitar novamente e trazer algumas garrafinhas de Inca Kola para Santos.

Você já experimentou Inca Kola? O que achou?

Eu fui: Meet & Greet Linkin Park - Maximus Festival SP 2017

Hoje é dia 20 de setembro, quarta-feira. Hoje completam dois meses que Chester Bennington morreu. É com muita tristeza que escrevo esse post, mas ao mesmo tempo, quero que esse sentimento chato não tome conta até o final do texto, porque quero contar a experiência de ter conhecido o vocalista do Linkin Park, e claro, os outros membros da banda.

Sim, eu conheci todos os membros do Linkin Park, graças ao meu namorado, Paulo, que me inscreveu no sorteio para participar do Meet & Greet da banda, no último show que eles fizeram no Brasil, em 13 de maio, no Autódromo de Interlagos. Um show bem ousado, diga-se de passagem, devido ao line-up do Maximus Festival, na minha opinião, super pesado. E lá, já era esperado que Linkin Park tocaria algumas músicas de seu último álbum, One More Light, que tem uma pegada bem pop.

Estou ao lado da bandeira :)

À medida que a noite caía e o encontro se aproximava, eu ficava ainda mais nervosa. E estava tão nervosa, mas tão nervosa, que nem quis interagir com as pessoas que também aguardavam ansiosas por encontrar os caras. Fiquei esperando ao lado do Paulo, a moça da organização, Misty, se não me engano, chamar a turma toda. Até que uma fila meio desengonçada se formou. Na minha mão, estavam o papel da chamada para o Meet & Greet, meu celular com o e-mail aberto, meu RG, e ainda na bolsa, as capinhas dos CDs do Linkin Park para receber os autógrafos.

Nem sabia o que segurar direito. Antes de ser a próxima a ser chamada, já consegui ver meu nome na lista da organização e ali me deu um alívio, ufa, está tudo certo, vou entrar mesmo. É REAL! VOU VER O LINKIN PARK DE PERTINHO! Até que Misty me chamou e quase que eu entro sem a credencial. Paulo diz que me puxou pra fila de novo para receber o crachá, mas nem me lembro disso.

Depois de passar pelo portão de acesso ao lounge do festival, eu e todos os fãs ficamos aguardando em uma fila. E então, algumas pessoas, seguranças, foram nos guiando Autódromo adentro. Estava super escuro por lá e nem dava para ver direito onde estávamos pisando. A passada era acelerada, sabe, caminhando rápido. Tinha que ser rápido, sabia que o encontro duraria pouco tempo, porque logo depois Linkin Park estaria no palco. Sei que passamos por uma área bem aberta, subimos uma escada e de repente, estávamos em uma espécie de área vip, parecida com os boxes da Fórmula 1. Fomos guiados até um desses boxes (gigante!) e entramos, em fila, ocupando a parede do fundo. Ficamos dispostos nessa parede do fundo, como em um paredão de fuzilamento. hahahaha Dava para ver que todos estavam MEGA nervosos e ansiosos com aquela situação.

Relevem minha cara =P Nessa hora estávamos aguardando as instruções da organização
Logo depois, Misty entrou e falou, em inglês, para que ficássemos mais relaxados, sem essa posição de fuzilamento (lembro dela imitando a posição, como de soldado). No local também tinha uma mesa com alguns lanchinhos, cookies, água e bananas. Nessa hora, Misty, com a ajuda de uma tradutora, deu algumas instruções para a galera. Lembro de algumas coisas:

- Não precisávamos ficar nervosos, eles não mordem.
- A banda não iria entrar de uma só vez. Um a um entraria naquele box de Fórmula 1 para assinar nossos itens, porque estavam com outros compromissos nos bastidores até a hora do show.
- E então, eles não poderiam tirar uma foto com o grupo todo, como geralmente é feito nos encontros. 
- Eles assinariam apenas um item de cada pessoa.
- Não poderíamos tirar fotos com eles. Misty tiraria várias fotos, e depois a produção enviaria todas.
- Não poderíamos abraça-los, nem beija-los, devido ao risco de contaminação, já que eles andam em muitos aeroportos.

Depois dessas instruções, tiramos uma foto em grupo, só a galera mesmo, e ficamos na formação de paredão novamente, em 'U', só aguardando. Lá na frente, a porta do galpão fechada. A cada membro da organização que entrava, o coração acelerava.

Até que... a porta abriu e dois integrantes entraram: Phoenix (Dave Farrell) e Rob Bourdon. Eu tinha uma missão: todas as capinhas de CDs deveriam ter pelo menos um autógrafo. Já que só posso dar um item pra assinar, e estão entrando aos poucos... é isso! Moleza. Mas aí quando começaram a dar o crachá para assinar também, eu aproveitei a deixa, então cada um assinou uma capinha, e no crachá, tenho o autógrafo de todos.

Rob deixando seu autógrafo na minha credencial
Infelizmente, não tenho fotos do Phoenix próximo a mim =(
Eu poderia ter tirado foto com meu celular ali dentro? Poderia, porque várias pessoas estavam fazendo isso, e outra, teve até selfie. Mas quem disse que eu consegui? Estava tremendo de ansiedade! Acredito que muitos queriam também fotografar, abraçar, beijar, mas o nervosismo tomava conta, e sei lá, o medo de levar uma bronca da Misty. 

Quando Chester entrou por aquela porta, a galera foi à loucura! Era explícita a felicidade de todo mundo ali. Tinha gente chorando, tinha gente tremendo, tinha gente rindo à toa, tinha gente séria, tinha gente que nem acreditava que estava ali vendo Chester Bennington. Ele foi super carinhoso com todos, conversou com algumas pessoas que conseguiam falar alguma coisa hahaha, tirou fotos e distribuiu abraços. Uma pessoa iluminada, com certeza, que foi muito importante para a vida de muitos ali, com sua voz marcante e suas músicas que dizem muito.

Chester Bennington assinando a capinha do CD
Os últimos integrantes a entrar foram Brad Delson, Mike Shinoda e Joe Hahn, que foram tão pacientes e carinhosos quanto os outros integrantes. Do Joe consegui arrancar três autógrafos (duas capinhas e o crachá). Lembro do Mike conversando muito com todos e fazendo pequenos desenhos na pele das pessoas, para que mais tarde pudessem virar tatuagens.

Uma pena Misty ter tremido a foto na hora do Brad
Mike Shinoda <3
Joe Hahn, o último a deixar autógrafos para a galera
Desenhos que Mike Shinoda fez em alguns fãs
Capinhas autografadas

Credencial devidamente autografada pelos lindos do @linkinpark no Meet & Greet do Maximus Festival. 😍

Uma publicação compartilhada por Fernanda Maciel (@feu_fa) em

Depois de toda essa euforia, os ânimos se acalmaram um pouquinho só, porque logo depois tínhamos um show dessa banda que marcou a adolescência de muitas pessoas. E foi um show incrível! Dava para ver fãs de Slayer passando pela gente, pedindo 'Volta Slayer, volta Slayer', mas aquela hora, meus queridos, era do Linkin Park, os caras que encerraram o festival com chave de ouro. Foi lindo! Uma apresentação cheia de surpresas, com músicas do novo álbum, mashups e Crawling no piano, ma-ra-vi-lho-so. Fã que é fã curtiu, eu sei. O resto é resto.

Foi surreal tudo aquilo que passei na noite do dia 13 de maio de 2017. E agora, com a volta do Feufolândia, consegui registrar aqui esse momento inesquecível. Pensa em uma pessoa abalada com a morte de um de seus artistas favoritos! Pode ser bobeira para alguns, mas quando fiquei sabendo da morte de Chester, parece que o chão se abriu, sei lá. Foi um sentimento tão estranho, mas tão estranho, nunca tinha sentido isso por nenhum artista. Não sei explicar, gente, mas naquela noite, da notícia de sua morte, eu chorei que nem uma criança. E até hoje, fico emocionada de lembrar o que aconteceu com ele, lembrar da noite de felicidade que eu e todos aqueles fãs tiveram no Maximus Festival, e que nunca mais teremos o Linkin Park de volta, do jeitinho que era, com os vocais desse cara incrível.

Foto: Flavio Moraes/G1
RIP Chester Bennington. ❤

Restaurante em Cusco: Pachamama

Voltar a falar da minha viagem ao Peru é uma delícia! Como disse no primeiro post desde que voltei ao Feufolândia, tenho uma listinha de vários posts que havia preparado sobre a viagem para publicar aqui. Hoje, vou deixar uma dica de restaurante em Cusco.
Quando eu e Paulo chegamos à cidade, descansamos por mais ou menos duas horas no hotel, para evitar o soroche. E assim que a fome bateu, saímos em busca de um restaurante no centrinho de Cusco. O Pachamama foi uma ótima surpresa!

O ambiente é super aconchegante e acolhedor e como já era tarde, se não me engano, lá para as 4 da tarde, estava praticamente vazio. Pedimos Lomo Saltado, um prato típico peruano, sem grandes segredos. Ótimo para minha pessoa que tem paladar infantil. Carne, legumes salteados, arroz e batata-frita. Perfeito! Para acompanhar o prato, uma Inca Kola geladinha.


O prato veio super bem servido, era saborosíssimo! Valeu super a pena o pedido e foi uma ótima refeição para aquele momento. Quanto ao preço, juro que não lembro o valor exato, mas posso garantir que é justo e acessível, em comparação ao que li na interwebs, pois o Pachamama é super próximo a Plaza das Armas, e por lá, existem muitos restaurantes 'gourmetizados' e com preços salgados.

Foto: hugodanielpini / tripadvisor
Ah, o restaurante também oferece um buffet de salada à vontade. O atendimento foi muito bom também. 

Pachamama
Calle Maruri 315
San Blas, Cusco, Peru


Tem alguém aí?


Feufolândia? Oi, voltei.

Desculpa... Tô aqui, de volta, assim mesmo, com a maior cara lavada. Eu sei que já faz mais de um ano que eu não apareço. É, desde as minhas últimas férias. Que coisa, não? Daqui a pouco minhas próximas férias já estão chegando... Não, calma! Não pretendo te abandonar. É, não pretendo mesmo. A verdade é que eu nunca te abandonei.

Desde a nossa última conversa, eu até escrevi alguns posts, mas sabe aquele negócio chamado preguiça? É feio, eu sei. Admito que a preguiça bateu e você ficou um pouco de lado. Muitos dias eu até voltei aqui, olhei para o fundo branco do rascunho, toquei em alguma letra do teclado (devo até ter escrito alguma palavra, sei lá qual), e de repente, o 'backspace' foi mais forte, ele apagou tudo o que estava ali. E logo depois, o 'x' do navegador foi clicado pelo mouse. E assim foi indo.

Lembro que voltei das férias com uma lista enorme de temas sobre a viagem ao Peru para falar pra você. Comecei empolgada, tenho tantas fotos de lá, você nem sabe... Só dois posts viraram realidade. Se eu joguei fora a lista? Não! Ela está bem guardadinha, talvez porque no fundo, no fundo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde, eu voltaria pra você.

Dia desses, vi que você estava tristinho. Entrei aqui e vi tudo bagunçado. O que aconteceu? Ficou com raiva de mim? Você me fez arrumar tudo, tim tim por tim tim. Coloquei tudo em ordem, com muito carinho, para finalmente voltar pra você.

Não me leve a mal. Eu sou assim mesmo, venho, fico um pouco, vou, aí então eu volto. Pode ser que eu demore um pouco, mas eu sempre volto. Você sabe. Já são oito anos de parceria. E é como eu falei lá em cima, eu nunca te abandonei. Fica tranquilo.

Mal de altitude ou soroche: o que é e como evitar?

Se você pretende ir a Machu Picchu ou Cusco algum dia e já está fazendo pesquisas pela interwebs sobre os roteiros e dicas de hotéis, deve ter esbarrado por algum post falando de mal de altitude ou soroche. O fato é que isso acontece diferentemente com cada pessoa, não se assuste com o que ler por aí, mas entenda que é importante saber o que é isso antes de viajar para lugares altos.

Tá, mas o que é o tal soroche? 
Conhecido também como mal de altitude, o soroche é a sensação que sentimos quando viajamos para lugares com altitudes elevadas e não estamos acostumados com isso. Mas isso se manifesta de formas diferentes nas pessoas. Tem gente que nem sente nada. Tem gente que pode ter enjoo, dor de cabeça, dor de estômago, vômito, falta de ar, perda de apetite, dificuldade para dormir e até aumento da frequência cardíaca. Tudo porque quando a altitude é muito elevada, a pressão parcial do oxigênio é menor do que estamos acostumados no Brasil.

Depois de ter pesquisado bastante antes de viajar, até esperávamos sentir alguma coisa bem diferente ao chegar em Cusco, que está a 3.400 metros acima do nível do mar. Mas, pelo contrário. A primeira sensação foi ótima. Nada de enjoos ou dores de cabeça. Assim que chegamos no hotel, fomos recebidos com chá de coca bem quentinho.

E o que o chá de coca tem a ver com isso?
É o remédio mais eficiente para combater o soroche. Em todo lugar você encontra um chazinho e no hotel tem disponível a toda hora. Eu não gosto de chá, mas fiz questão de tomar para evitar qualquer mal estar. E tomei todos os dias que estive em Cusco. Você também pode mastigar a folha de coca, onde o efeito é mais rápido. Tem também as balinhas de coca, mas não é tão eficiente.

Chá da folha de coca
Para não falar que não senti nada, uma dorzinha de cabeça bem de leve chegou pela tarde, mas tranquilo. Pode ter sido associada ao soroche? Sim, mas sei lá, pode ter sido de fome também, vai saber!

O fato é que, como eu já disse, o mal de altitude pode se manifestar de várias maneiras na pessoa. Então, se você pretende viajar para algum lugar alto, não se preocupe. Vai tranquilo! Separei algumas dicas indispensáveis para você não ter surpresas na viagem:

Folhas de coca na mesa do café da manhã
1. Não recuse o chá de coca, mas sim, abuse dele!
Quando você chegar no hotel, eles vão te oferecer. Beba devagar! O gosto não é muito bom (na minha opinião), não é doce, é gosto de chá mesmo, mas vai te ajudar a escapar do soroche. Beba no café da manhã também, é bem quentinho, e ótimo para aquecer no inverno.

2. Coma coisas leves
Principalmente no primeiro dia da viagem procure se alimentar com coisas mais leves e saudáveis. Opte por frango, salada, legumes, coisas que sejam fáceis de digerir. E mastigue muito bem.

3. Beba bastante água
Ande sempre com sua garrafinha de água a tiracolo. O clima é outro, você vai sentir diferença, nem que seja mínima. A água ajuda bastante a se hidratar e também evita o soroche. Beba toda hora, todos os dias.

4. Descanse no primeiro dia
Super dica essa. Não dê a loca e saia batendo perna por aí, durma um pouquinho no hotel, pelo menos umas duas horinhas. Descanse do voo. Também vai te ajudar bastante a evitar o mal de altitude. Mesmo que você não esteja cansado, faça isso. Nosso organismo está começando a se acostumar com um lugar diferente e bem alto. Tudo dentro da gente está trabalhando de um jeito diferente.

5. Ande devagar, no seu limite
Eu sei que quando você chega em um lugar diferente, quer mais é aproveitar cada minuto. Mas como falei no tópico acima, o ideal é descansar um pouquinho. E mesmo depois de ter dado uma relaxada no hotel, quando você for bater perna pelo centro de Cusco, por exemplo, vá de boas. Algumas ruas são ladeiras e você vai precisar de ar para subi-las. Vá subindo devagar, no seu limite. Eu sofri um pouquinho em algumas ladeirinhas, viu. Mas ia fazendo pequenas paradas para me recuperar.

Chá de muña oferecido em Chinchero. Este chá também evita o soroche e o gosto é mais agradável, um pouco mentolado
Não preciso nem falar sobre o álcool e o fumo, né? O melhor é evitar, pelo menos nos primeiros dias, quando você ainda está 'aclimatando'. Mas caso você se sinta bem mal, mesmo tendo seguido todas essas dicas, na maioria dos hotéis e até no aeroporto são oferecidas bombinhas de oxigênio, e ainda você encontra em farmácias e mercadinhos.

Agora que você já sabe o que é o soroche, pode viajar mais tranquilo e aproveitar ainda mais seu passeio. :)



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